07 agosto 2010

Desastre Ambiental !

5 ideias para conter o vazamento de petróleo



O derramamento de petróleo causado pela British Petroleum no golfo do México é uma catástrofe sem precedentes. A empresa pediu ajuda para resolver o problema - e recebeu mais de 80 mil sugestões pela internet. Das mais sensatas às mais estranhas...

1. Jogar lixo

Essa técnica, que se chama junk shot, consiste em injetar lixo na tubulação danificada. É uma mistura de cordas, bolinhas de golfe, pedaços de metal e pneus derretidos, que forma uma massa dentro do cano. O método foi usado com sucesso em poços de petróleo no Kuwait, mas não deu certo no vazamento do golfo do México.

2. Mandar um petroleiro

Um robô desce até o foco do vazamento. Usando uma tesoura hidráulica, corta a tubulação danificada e instala outro cano - conectado a um navio petroleiro, que suga o óleo. A solução não é permanente (o navio precisa ser trocado quando estiver com o reservatório cheio) nem ideal - o procedimento foi aplicado no golfo do México, mas parte do óleo continuou vazando.

3. Fazer outro poço

A ideia é cavar um buraco ao lado do vazamento e instalar ali um novo poço, com uma nova tubulação, conjunto de válvulas etc. Essa solução é considerada definitiva, mas é a mais trabalhosa e não dá resultado imediato - o poço demora cerca de 3 meses para ficar pronto. Precisaria ser utilizada junto com outra medida que estancasse temporariamente o óleo até o poço ser perfurado.




4. Uma bomba atômica

Não é brincadeira. Segundo o jornal russo Pravda, a antiga URSS detonou 5 bombas atômicas sob a água para estancar vazamentos de óleo e gás na década de 1970. A pressão gerada pela explosão tapa o vazamento de uma vez por todas. Mas aniquila a vida marinha local - sem falar no possível vazamento de radioatividade no oceano.




5. Chamar o Kevin Costner
 
Astro da ficção apocalíptica Waterworld (em que o mundo é devastado pelo aquecimento global), Costner também é investidor em empresas de tecnologia ambiental. Ele gastou US$ 24 milhões para desenvolver uma centrífuga que supostamente é capaz de limpar até 97% do petróleo derramado na água. A British Petroleum já aceitou testar 6 dessas máquinas.







04 agosto 2010

O site dos melhores Links!

Oiii pessoas!

Agora este Blog faz parte de um grupo muito especial  chamado Guardiões da Fé. Formado por blogueiros de fé que além de postarem sobre grande variedade de assuntos, estão na luta para que a palavra de Deus seja divulgada neste Mundo Virtual!
Mas, não é só sobre os Guardiões que vim falar, mas sim sobre a novidade que veio junto com a nova fase desse grupo o “Conteúdo Universal” site já conhecido por muitos, agora está de cara nova  como agregador de links do Grupo dos Guardiões da Fé.


Onde você encontra os melhores links!


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01 agosto 2010

Relógio do Fim

Cientistas atrasam o Relógio do Fim do Mundo em 1 minuto


Agora faltam seis minutos para a meia-noite no Relógio do Fim do Mundo, que desde a década de 40 registra o risco de uma guerra nuclear - e, mais recentemente, do aquecimento global e do terrorismo - para a sobrevivência da humanidade. A meia-noite do relógio representa, figurativamente, o fim da civilização. Desde 2007 e até o ajuste anunciado hoje, o relógio vinha marcando 5 para as doze.

Os ponteiros do Relógio do Juízo Final são controlados pelo Boletim de Cientistas Atômicos, uma organização que reúne diversos pesquisadores de várias partes do mundo, incluindo 19 ganhadores do Prêmio Nobel. O Boletim foi fundado em 1945 por pesquisadores e técnicos que haviam trabalhado na criação das primeiras bombas nucleares.
Em nota divulgada no anúncio da alteração do horário, a diretoria do Boletim diz que "estamos prestes a girar o arco da história na direção de um mundo livre de armas nucleares. Pela primeira vez desde que as bombas atômicas caíram em 1945, líderes dos Estados dotados de armas nucleares estão cooperando para reduzir drasticamente seus arsenais".
A declaração também afirma que "pela primeira vez, países industrializados e em desenvolvimento estão prometendo limitar as emissões de gases que alteram o clima".
A nota acrescenta que a mudança, de apenas 1 minuto, revela que o otimismo tem de ser tratado com cautela. "Enfatizamos que muito ainda precisa ser feito", diz o texto. "O pequeno incremento da mudança reflete tanto as ameaças que permanecem quanto o fato de que os governos podem vir a descumprir suas promessas".

A declaração do Boletim diz que "o mundo ainda não está seguro para uma expansão rápida do uso da energia nuclear", porque essa expansão traz consigo o risco da utilização do material nuclear para a criação de bombas. "O uso de dispositivos nucleares ainda é uma possibilidade muito perigosa, em um mundo onde mísseis balísticos russos e americanos estão em condições de disparo rápido e conflitos entre povos e países escalam rapidamente em ações militares".
Sobre o aquecimento global, a nota do Boletim afirma que "não há mais como evitá-lo - ele está entre nós". "Se continuarmos como sempre, nosso hábitat poderá ser prejudicado de forma a se tornar irreconhecível, com consequências imprevisíveis para nosso modo de vida. Sem uma sequência firme e imediata à conferência de Copenhague e uma ação bem planejada, estaremos todos ameaçados por mudanças aceleradas e irreversíveis em nosso planeta".
Os esforços brasileiros para preservação da Amazônia são citados nesse contexto, bem como o entendimento entre EUA e China sobre aquecimento global.
O Relógio do Fim do Mundo foi ajustado 18 vezes desde sua criação, em 1947, mais recentemente em janeiro de 2007, quando o relógio foi adiantado de 7 para 5 para a meia-noite, por conta da ameaça das armas nucleares e do aquecimento global. A mudança anterior havia ocorrido em fevereiro de 2002, após os atentados de 11 de setembro de 2001.
Os dois momentos de maior pessimismo do Boletim foram em 1949 (teste da primeira arma nuclear soviética) e 1984 (os EUA lançam sua iniciativa "guerra nas estrelas", no governo de Ronald Reagan), quando o relógio chegou a 3 minutos para a meia-noite, e 1953 (os EUA decidem construir a bomba H), com 2 minutos para o fim. Com o fim da Guerra Fria, em 1991, o relógio foi atrasado para 17 minutos para a meia-noite.