29 junho 2010

O Segredo

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Quando nos casamos e surgiram diferenças entre nós, orar não foi definitivamente o meu primeiro impulso. De fato, foi quase o último recurso. Tentei outros métodos primeiro, tais como discutir, suplicar, ignorar, evitar, confrontar, debater e, é claro, o sempre popular tratamento do silêncio, tudo isso com resultados menos que satisfatórios. Levei algum tempo para compreender que, orando primeiro, essas formas desagradáveis de agir podiam ser evitadas.
Confesso que mesmo depois de todos esses anos, continuo aprendendo sobre isto e nem sempre é fácil. Embora talvez não tenha tanta prática em fazer as coisas certas como tenho em fazer as erradas, posso dizer sem reservas que a oração funciona.
Orar por seu marido não é o mesmo que orar por um filho (embora pareça a mesma coisa), porque você não é a mãe de seu marido. Temos autoridade, dada pelo Senhor, sobre nossos filhos. Não temos autoridade sobre nossos maridos. Todavia, recebemos autoridade "sobre todo o poder do inimigo" (Lc 10.19) e podemos prejudicar muito seus planos malignos quando oramos. Você tem autoridade em nome de Jesus para deter o mal e permitir o bem. Você pode entregar a Deus em oração o que quer que controle o seu marido - alcoolismo, excesso de trabalho, preguiça, depressão, enfermidade, mau gênio, ansiedade, medo ou fracasso - e orar para que ele seja libertado dessas coisas.
Marido e mulher formam uma equipe, uma unidade, estão unificados em espírito. Aos olhos de Deus, a força do homem e da mulher, juntos, é muito maior do que a soma das forças de cada um dos dois, individualmente. Isto porque o Espírito Santo os une e dá mais poder às suas orações.
Esta união nos dá um poder de que o inimigo não gosta. É por isso que ele inventa meios de enfraquecê-lo, fazendo-nos cair na armadilha, quer seja através da baixa auto-estima, do orgulho, da necessidade de estar sempre certo, da falta de comunicação, ou mesmo cedendo aos nossos desejos egoístas. Ele lhe contará mentiras como: — Nada vai mudar; seus erros são irreparáveis; não há possibilidade de reconciliação; você seria mais feliz com outra pessoa. — Ele lhe dirá coisas nas quais poderá crer, porque sabe que, se conseguir fazer que você creia, não haverá futuro para o seu casamento. Se crer em várias mentiras, seu coração aos poucos se endurecerá para a verdade de Deus.
Quando somos infelizes no casamento, sentimos que qualquer coisa será melhor do que a situação em que nos achamos. Mas não vemos o quadro inteiro. Só vemos as coisas como estão e não como Deus quer que se tornem. Quando oramos, porém, nossos corações tornam-se receptivos a Deus e passamos a enxergar.
Vemos que há esperança. Temos fé em que o Senhor irá restaurar tudo que foi danificado, destruído e consumido no relacionamento conjugal.

(Stormie Omartian - O Poder da Esposa que Ora)